Feitos de pó, breu
e estrada
Porque cowboy não é profissão.
É o que somos.
"Fiz jornalismo para o rodeio e pelo rodeio —
porque queria dar voz a tantos que se calaram,
e a muitos que ainda têm tanto a dizer.
O rodeio é um universo paralelo que mantém
toda a sua autenticidade, mesmo em meio
a essa geração tecnológica.
Ele cria e se recria, mas se mantém.
E não quero que nada disso se perca."
O que somos
A Cowboy Magazine não nasceu para competir com ninguém. Nasceu para preservar. Para ser o lugar onde o mundo do rodeio — atletas, criadores, famílias, fotógrafos, organizadores, fãs — encontra espaço para registrar sua história antes que ela se perca no tempo.
Somos uma janela pequena para um mundo enorme e maravilhoso. Não temos a pretensão de contar tudo — temos a responsabilidade de contar bem o que escolhemos contar. Com cuidado editorial, com respeito pela verdade e com o olhar de quem conhece esse universo por dentro.
Aqui, profissional de rodeio e jornalista finalmente ocupam o mesmo espaço. Aqui, cada história importa — seja ela de um campeão mundial ou de um menino que montou pela primeira vez numa festa de peão do interior do Brasil.
O que fazemos
A história por trás da revista
Este projeto tem raízes mais fundas do que qualquer lançamento digital. A ideia de uma publicação dedicada ao rodeio com padrão jornalístico profissional surgiu ainda no final dos anos 1990 — numa época em que falar de rodeio com seriedade era considerado ousadia. Era ousadia mesmo. E era necessária.
O projeto sobreviveu a parcerias que não deram certo, a um mercado que ainda não estava pronto, e a anos em que ficou guardado no coração de quem o criou. Mas projetos verdadeiros não morrem. Eles esperam o momento certo para voltar — maiores, mais maduros e mais necessários do que nunca.
Esse momento chegou.
A fundadora
Sandra Martins não escreve sobre o rodeio da arquibancada. Ela cresceu dentro dele. Competiu profissionalmente numa época em que mulheres que montavam em touros no Brasil eram raridade — e provou, na prática, que o rodeio não tem gênero quando o talento e a coragem falam mais alto.
Depois de competir, passou a trabalhar organizando rodeios, como correspondente de imprensa especializada e como fotógrafa de arena. Construiu uma agência de publicidade com foco no universo country e colaborou em projetos editoriais que circularam por Brasil, Estados Unidos e Canadá.
Com vinte anos de jornalismo e publicidade e quase vinte de rodeio profissional, Sandra reúne o que nenhuma escola pode ensinar: a credencial de quem viveu os dois mundos — e a responsabilidade de quem sabe exatamente o que está em jogo.
A equipe editorial
A sua história também pertence aqui.
Você viveu o rodeio — como atleta, criador, família, fotógrafo ou fã. Tem uma história que merece ser contada e preservada. Este é o seu espaço.
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